Celebrada nesta manhã, 09, na Igreja Católica São João Batista em
Jacumã, a homenagem teve a viúva Dona Téia, a filha Sandra Ribeiro, o
Filho Tony e outros familiares e amigos.
A missa de 1 ano do falecimento do ex-prefeito e médico Dr. Tesmistocles
Ribeiro foi marcada por uma emoção, a dor da partida ainda impera no
corações daqueles que o amavam e nesta prova de amor muitos lotaram a
Igreja Católica São João Batista em Jacumã para prestar essa homenagem.
A missa foi celebrada pelo Pároco de Jacumã, Pe. Joseilson. Familiares
também estiveram presentes na celebração religiosa, assim como várias
autoridades, personalidades e população condense.
Muitos ficaram comovidos com lindas mensagens proferidas em intenção ao ex-prefeito e médico Dr. Tesmistocles Ribeiro.
A Igreja de Jacumã ficou lotada de amigos, parentes e pessoas que
simplesmente gostavam do homem que sempre sentiu a dor do próximo
doendo, o ex-prefeito e médico Dr. Tesmistocles Ribeiro , aconteceu a
sua Missa de 1 ano dessa pessoa amada e querida por todos.
Dentre os presentes registramos a presença de lideranças políticos a
nível municipal e estadual, como por exemplo, o deputado Branco Mendes,
o ex-prefeito Aluísio Régis, a ex-prefeita Tatiana Correia, vereadores,
Luzimar Nunes e Fernando Araújo e muitos outros.
Conheça um pouco da historia do ex-prefeito e médico Dr. Temístocles de Almeida Ribeiro
Em 27 de dezembro de 1949, nascia na praia de Jacumã o Dr. Temístocles
de Almeida Ribeiro. Filho de Seu Sebá e D. Ilza, primogênito da família
Ribeiro.
Teve uma infância humilde, porém rica de amigos, “Nitinho”, como era
carinhosamente chamado em jacumã, sempre estudou em escolas públicas,
foi jogador profissional de futebol e formou-se em medicina.
Sua ligação com o seu povo o fez dedicar a maior parte de sua vida
médica a atender as pessoas da sua cidade, e sempre sentiu orgulho em
poder prestar assistência através da sua profissão aos seus
conterrâneos, seus olhos brilhavam quando afirmava que “tinha serviços
prestados na medicina a todas as famílias da minha cidade!”. Inclusive
eu!
Casado com D. Téia, pai de Tony, Tel e Sandra, avô de 4 netos, o Dr.
Temístocles sempre teve como pilar fundamental a sua família, a qual
sempre manteve unida dentro dos ideais cristãos.
Em sua pequena passagem pela vida pública conseguiu quebrar um ciclo de
coronéis que sempre mandaram e comandaram os destinos da sua terra natal
e mostrou que apenas dois mandatos foram suficientes para transformar a
cidade para melhor, orgulhava-se de ter pelo menos um bom feito da sua
gestão em todas as localidades do município.
Com seu jeito “fechadão”, mas sempre muito sincero e verdadeiro, o Dr.
Temístocles sempre tratou a todos com muita humildade, sem arrogância,
sem desrespeito, sem violência, mas sim com muita sinceridade, com muita
prestatividade e, acima de tudo, com muito respeito a todo aquele que o
procurava com as mais variadas demandas.
Esse é o homem que orgulha sua família, orgulha seus amigos, orgulha
seus conterrâneos e sua cidade natal, o Conde, por toda sua trajetória
de vida, por ter sido um vencedor e por sempre ter feito o bem a todos.
Dr. Temístocles, sua história de vida é um exemplo para todas as pessoas de bem da Cidade de Conde.
Reportagem: Mário Luiz Carioca
Fotos: TV Conde
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domingo
sexta-feira
Risco de Tsunami no litoral brasileiro, Pricipalmente nas praias da Costa de Conde
Risco para o Brasil é mínimo, mas existe.
Onda gigante devastaria cidades costeiras da Paraíba, invadindo lugares com até 10 km de distância do litoral
Os autores da idéia são os geofísicos Steven Ward (Universidade da Califórnia em Santa Cruz) e Simon Day (University College de Londres).
Eles publicaram em 2001 no periódico "Geophysical Research Letters" uma simulação mostrando o que aconteceria se entrasse em colapso uma parte do vulcão Cumbre Vieja, no arquipélago das Canárias, a menos de 200 km da costa noroeste da África.
Uma avalanche de 500 km3 de terreno dentro do oceano elevaria a água cerca de 900 m, concluíram os computadores de Ward e Day.
A oscilação se propagaria em ondas sucessivas, cada vez menores, por todo o Atlântico. Fora as ilhas, o primeiro estrago seria sentido uma hora depois na costa africana, com tsunamis de 50-100 m.
No que toca ao Brasil, o estrago ocorreria seis horas depois do colapso do vulcão. Iria de Fernando de Noronha e da Paraíba até o Amapá. Ondas de 4 m a 18 m se abateriam sobre capitais como Fortaleza, Natal, João Pessoa e São Luís.
Vários pesquisadores brasileiros conheciam a pesquisa de Ward e Day e a mencionaram logo após a tragédia na Ásia. Um dos primeiros foi o físico Celso Pinto de Melo, da Universidade Federal de Pernambuco, que escreveu um artigo para o informativo "Jornal da Ciência".
Melo afirmava no texto que as probabilidades de um evento desses seriam "minúsculas", mas que, na escala geológica de tempo (milhões de anos), até as coisas mais improváveis acabam acontecendo.
Lembrou que a vila de São Vicente, no litoral paulista, foi assolada em 1542, pouco após sua fundação, por ondas que se supõe tenham alcançado 8 m de altura e avançado 150 m terra adentro.
Um dos poucos cientistas interessados em tsunamis no Brasil é o geofísico peruano Jesús Berrocal, 66, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP.
Ele está preparando para as usinas nucleares de Angra dos Reis (RJ) um estudo sobre o risco de tsunamis na costa leste do Brasil e agora foi convidado a apressá-lo.
Além disso, vai participar em Portugal de um evento em memória dos 250 anos do terremoto de 1755 em Lisboa, em que a maioria das mortes teria sido causada pela onda gigante que se seguiu -o único grande exemplo de tsunami no Atlântico.
Segundo Berrocal, o risco de uma tsunami no Brasil "é muito pequeno, mas não é zero".
O fato é que os tsunamis são muito raros no Atlântico, pois 80% delas ocorrem no Pacífico. Os dados indicam que ondas acima de 7,5 m ocorrem a intervalos médios de 15 anos, segundo informou o sítio news@nature.com.
Segundo o Centro Benfield de Pesquisa de Riscos de Londres, ondas de 10 m ou mais ocorrem só a cada mil anos no Atlântico Norte, no Caribe e no Índico (onde ocorreu a tragédia).
O tempo cai para 250 anos no caso do Alasca e da costa pacífica da América do Sul, e 200 anos, no do Havaí.
O maior tsunami de que se tem notícia também atingiu o Brasil, com ondas de 20 metros de altura arrasando o litoral do Nordeste. Felizmente não havia nenhum ser humano por lá: a tragédia ocorreu há 65 milhões de anos, no final da era dos dinossauros. Sua única memória está guardada em um paredão de calcário no litoral de Pernambuco, que seu descobridor quer ver preservado como monumento geológico nacional.
O megatsunami foi um dos efeitos imediatos da queda do asteróide que eliminou os dinossauros e mais metade da vida no planeta, encerrando a chamada Era Mesozóica e o reinado dos grandes répteis sobre a Terra.
No Brasil ele até que foi suave. Mas, nas imediações do local do impacto, a península de Yucatán, no México, formaram-se ondas de até 1 quilômetro de altura, que destruíram completamente o Haiti e partes do litoral mexicano e norte-americano.
O cataclismo foi tão grave –estima-se que o impacto tenha liberado, instantaneamente, uma energia equivalente a 10 mil vezes a explosão de todo o arsenal nuclear do planeta– que mudou a geologia do continente. Os escombros do maremoto foram preservados nas rochas da região afetada, o que tornou possível aos cientistas estabelecer o local da queda, a cratera de Chicxulub.
Maria Farinha
As primeiras evidências do tsunami no Brasil foram encontradas pelo geólogo Gilberto Athayde Albertão, da Petrobras. Estudando as rochas calcárias da chamada formação Maria Farinha, no litoral de Pernambuco e Paraíba, o cientista descobriu uma série de anomalias ligadas ao impacto que extinguiu os dinossauros e à onda monstruosa provocada por ele.
Trata-se do único local em toda a América do Sul onde foi encontrado um registro geológico da chamada fronteira K-T (Cretáceo-Terciário), o limite entre as eras marcado pelo choque do asteróide. Entender esse limite é fundamental para a compreensão de como evoluiu a vida na Terra, pois ele encerra uma das maiores extinções em massa da história.
As evidências da fronteira K-T têm sido encontradas em lugares tão diferentes quanto a Itália, a Dinamarca e a Nova Zelândia. Elas consistem principalmente em microesférulas (grãos de vidro microscópicos produzidos pelo calor do impacto e lançados na atmosfera), no chamado quartzo de impacto (cristais também transformados pelo choque) e em níveis anormais de irídio, um elemento químico raro trazido à Terra por meteoritos.
Tais pistas nunca haviam sido localizadas na África ou na América do Sul, o que levou alguns céticos a duvidar da hipótese da queda de asteróide como causadora da extinção dos dinossauros.
No meio dos anos 90, Albertão, então aluno de mestrado na Universidade Federal de Ouro Preto, se lançou à busca. “Achei que fosse estar procurando uma agulha no palheiro”, recorda-se. “Tinha todas as bacias sedimentares do país para procurar.”
Maremoto
O pesquisador foi levado a Pernambuco após o levantamento de todas as rochas suspeitas de abrigar a fronteira K-T na base de dados da Petrobras. Foi parar na pedreira Poty, uma mina de calcário a 2 quilômetros do mar no município de Paulista, perto de Recife.
O local já havia sido estudado por paleontólogos (especialistas em fósseis) da Universidade Federal de Pernambuco. E havia coisas estranhas ali: fósseis de foraminíferos, animais marinhos microscópicos cujas carapaças compõem a rocha calcária, eram substituídos por outras espécies de repente ao longo do paredão rochoso.
Uma análise química realizada nos EUA confirmou que, em um certo ponto da rocha, havia 69 vezes mais irídio do que no restante dela. E as microesférulas de vidro estavam lá.
Mas não foi só: Albertão também encontrou no nível das anomalias fragmentos de rocha e fósseis de vários tamanhos diferentes misturados à rocha, numa maçaroca que dava a impressão de que algum evento catastrófico havia revolvido completamente o fundo do mar –um maremoto.
Em um artigo científico publicado em 1996 no periódico “Sedimentary Geology”, Albertão calculou a altura e a velocidade das ondas capazes de produzir uma perturbação tão grande: 20 metros e 112 km/h. Agora, ele prepara uma descrição mais detalhada do tsunami, a ser publicada até 2007 num livro pela editora holandesa Elsevier.
O cientista tenta desde 2003 transformar o paredão da pedreira Poty num sítio do patrimônio geológico nacional. O comitê do patrimônio já aceitou a proposta. “Mas é preciso anuência da empresa e a sensibilização das autoridades locais para fazer um projeto de preservação ali”, conta.
Os resultados seriam bem parecidos com o que você viu na televisão, nas revistas e na internet desde o dia 26 de dezembro. Milhares de pessoas desabrigadas. Corpos sendo resgatados em alto-mar. Crianças órfãs, plantações destruídas e outra infinidade de mazelas que as catástrofes naturais têm uma habilidade única de provocar.
Mas um tsunami como o da Ásia é quase impossível de acontecer por aqui. Lá, a seqüência de ondas gigantes foi resultado de um terremoto provocado pelo movimento das placas tectônicas Australiana e Eurasiana. As placas tectônicas, encaixadas como num gigantesco quebra-cabeça, formam um manto sobre o magma, a camada do centro da Terra composta por rochas em estado fluido.
Quando uma dessas placas raspa ou se encosta em outra, nós sentimos tremores nos continentes. Se isso ocorre no fundo do mar, a energia liberada forma uma onda, que vai se propagando até atingir terra firme. Foi exatamente o que ocorreu no sul da Ásia. “Já o Brasil, para nossa sorte, está localizado bem no centro de uma placa e, mesmo quando ela se move, provoca apenas abalos de pouca intensidade”, diz o professor de engenharia oceânica da UFRJ Paulo Cesar Rosman.
Acontece que terremotos no fundo do mar não são a única razão para o surgimento de um tsunami. Quedas de meteoros e erupções vulcânicas também podem gerar ondas gigantes.
Nesses casos, a força do tsunami depende do tamanho do material que é arremessado ao mar. Se você acha que escapamos mais uma vez, engana-se. O pesquisador Steven Ward, da Universidade da Califórnia, é autor de um estudo sobre o impacto que uma erupção do vulcão Cumbre Vieja poderia causar nas Américas. O vulcão está localizado na ilha La Palma, no arquipélago das Ilhas Canárias, perto da costa africana.
De acordo com Ward, uma próxima erupção pode fazer parte da ilha deslizar e cair no mar. Essa queda produziria uma energia tão grande que, em poucas horas, ondas gigantescas se formariam e destruiriam várias ilhas do Caribe, alguns estados americanos e o Norte e Nordeste brasileiros. “Ninguém sabe ao certo quando o Cumbre Vieja pode entrar em erupção”, diz o pesquisador americano. “Ele entrou em colapso há 550 mil anos.
Desde então, reconstruiu-se e pode estar voltando novamente ao fim de seu ciclo.” Como o Brasil não tem sistema de alarme de tsunami, moradores e turistas seriam pegos de surpresa, repetindo as cenas trágicas que aconteceram no último ano na Ásia.
Nem tão fantástico
O geofísico Steven Ward acredita que um tsunami pode,sim, chegar ao Brasil
1. Pontapé inicial
Uma erupção do vulcão Cumbre Vieja, na ilha La Palma, jogaria no mar um pedaço de terra com 500 km3. A queda provocaria a formação de ondas gigantes
2. Comprida para danar
O intervalo entre uma onda e outra seria de apenas 10 minutos. Logo que começassem a se formar, cada uma delas teria 120 quilômetros de comprimento
3. Primeiro alvo
Em apenas 1 hora, as ondas chegariam a uma velocidade de 720 km/h e atingiriam a costa do Marrocos com elevações de 100 metros
4. Reta final
Enquanto viajam pelo mar, as ondas perdem velocidade e ficam menores em comprimento. Já a altura cresce à medida que elas se aproximam da costa
Nossos cartões-postais seriam bem diferentes
A. Belém - Embaixo d’água
As ondas seriam fatais para cidades baixas, como a capital do Pará. “A parte mais alta de Belém tem só 30 metros de altura. O famoso Mercado Ver-O-Peso, por exemplo, ficaria encoberto por água”, diz José Geraldo Alves, do centro de geociências da Universidade Federal do Pará
B. Jericoacoara - Adeus às dunas
As ondas arrastariam estruturas sem raízes fixas, como bancos de areia. Uma energia tão grande quanto a de um tsunami faria em minutos o trabalho de anos do vento e é bem possível que as dunas fossem varridas do mapa
C. Fernando de Noronha - Matança animal
A vida marinha no arquipélago, atingido em cheio, seria muito afetada. O impacto da água poderia destruir os corais e, com isso, modificar todo o ecossistema. Dezenas de espécies de animais poderiam morrer. Entre eles, muitos golfinhos, símbolos do local
D. Porto de Cabedelo, Hotel Tambaú e Estação Ciência
Os primeiros lugares que registraria o impacto devastador da onda gigante, seria as construções do Porto de Cabedelo, Moinho Dias Branco, Hotel Tambaú e Estação Ciência, Cultura e Artes.
E. Jacumã, o Mussulo Beach Resort by Mantra não corre o risco de ser atingido pois fica acima do limite de risco.
Sem Disney World
O Brasil não será a única vítima das ondas gigantes nas Américas. O tsunami também pode levar à destruição das ilhas caribenhas e de alguns estados americanos, como a Geórgia e a Flórida, que serão atingidos nove horas após o início do tsunami
Destruição nacional
As ondas que atingiriam o Norte e o Nordeste teriam 20 metros de altura e 6 quilômetros de comprimento. “Elas levarão tudo o que estiver perto da costa. Em locais onde a topografia é baixa, podem alcançar até 10 quilômetros território adentro”, diz Steven Ward.
Segundo a meteorologista Marle Bandeira, a previsão de chuvas com intensidade de moderada a forte é uma realidade, mas a população não deve ficar temerosa
A Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa) confirmou, ao Portal, nesta sexta-feira (7), a possibilidade de fortes chuvas para as próximas horas na faixa litorânea da Paraíba, mas alertou para o 'alarde' indevido provocado por compartilhamentos em redes sociais. Mensagens que circulam desde essa quinta-feira (6) falam na "formação de tempestades" e “maior chuva dos últimos 50 anos”.
“A tempestade está se retroalimentando. Vai chover forte por pelo menos mais dois dias, com chuvas acima de 200 milímetros. Se confirmado, será um ciclo fora do modelo e diria que existe risco de registros localizados de maior volume em período de 50 anos”, diz o texto que tem sido espalhado na internet.
Segundo a meteorologista Marle Bandeira, a previsão de chuvas com intensidade de moderada a forte é uma realidade, mas a população não deve ficar temerosa. Ela explica que chuvas fortes são normais nesta época do ano. Ainda de acordo com a profissional, as imagens compartilhadas são de um sistema meteorológico que já se desfez.
"Existe a possibilidade de chuvas, mas não é necessário esse alarde todo. Há uma aglomeração de nuvens que vêm do oceano com direção à costa leste, só que não é possível prever a quantidade exata em milímetros. A Aesa está com monitoramento 24 horas dos sistemas meteorológicos e em contato constante com a Defesa Civil, para emissão de possíveis alertas”, explicou.
Alerta
Na manhã dessa quinta, o Centro Virtual para Avisos de Eventos Meteorológicos Severos para o Sul da América do Sul (Alert-AS) já havia colocado João Pessoa e mais 67 cidades em área com perigo de acumulado de chuvas.
À noite, foi a vez da concessionária de energia elétrica Energisa comentar os riscos. A empresa divulgou que verificou chance de chuvas acompanhadas de raios para esta sexta-feira e sábado (8). De acordo com o comunicado, cuidados com equipamentos elétricos devem ser reforçados. A Energisa orienta que aparelhos sejam desligados.
Nesta sexta, a Defesa Civil de João Pessoa reforçou que continua em alerta para possíveis transtornos. O órgão disse que levará em conta os avisos emitidos pelo Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), cujo site estava fora do ar até a publicação desta matéria.
Os alertas emitidos pelo Cemaden possuem quatro níveis de risco: leve, moderado, alto e muito alto.
“Quando uma região com risco elevado de incidentes como deslizamentos e enxurradas é visitada por frentes frias ou por concentrações de nuvens que podem gerar pancadas de chuvas, o aviso é emitido imediatamente. A Defesa Civil está de prontidão para tomar as providências cabíveis caso recebamos qualquer aviso da Cemaden”, informou o coordenador Noé Estrela.
Da Redação com Informações com Folha e Revista Superinteressante, Aesa e Correio
Onda gigante devastaria cidades costeiras da Paraíba, invadindo lugares com até 10 km de distância do litoral
Os autores da idéia são os geofísicos Steven Ward (Universidade da Califórnia em Santa Cruz) e Simon Day (University College de Londres).
Eles publicaram em 2001 no periódico "Geophysical Research Letters" uma simulação mostrando o que aconteceria se entrasse em colapso uma parte do vulcão Cumbre Vieja, no arquipélago das Canárias, a menos de 200 km da costa noroeste da África.
Uma avalanche de 500 km3 de terreno dentro do oceano elevaria a água cerca de 900 m, concluíram os computadores de Ward e Day.
A oscilação se propagaria em ondas sucessivas, cada vez menores, por todo o Atlântico. Fora as ilhas, o primeiro estrago seria sentido uma hora depois na costa africana, com tsunamis de 50-100 m.
No que toca ao Brasil, o estrago ocorreria seis horas depois do colapso do vulcão. Iria de Fernando de Noronha e da Paraíba até o Amapá. Ondas de 4 m a 18 m se abateriam sobre capitais como Fortaleza, Natal, João Pessoa e São Luís.
Vários pesquisadores brasileiros conheciam a pesquisa de Ward e Day e a mencionaram logo após a tragédia na Ásia. Um dos primeiros foi o físico Celso Pinto de Melo, da Universidade Federal de Pernambuco, que escreveu um artigo para o informativo "Jornal da Ciência".
Melo afirmava no texto que as probabilidades de um evento desses seriam "minúsculas", mas que, na escala geológica de tempo (milhões de anos), até as coisas mais improváveis acabam acontecendo.
Lembrou que a vila de São Vicente, no litoral paulista, foi assolada em 1542, pouco após sua fundação, por ondas que se supõe tenham alcançado 8 m de altura e avançado 150 m terra adentro.
Um dos poucos cientistas interessados em tsunamis no Brasil é o geofísico peruano Jesús Berrocal, 66, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP.
Ele está preparando para as usinas nucleares de Angra dos Reis (RJ) um estudo sobre o risco de tsunamis na costa leste do Brasil e agora foi convidado a apressá-lo.
Além disso, vai participar em Portugal de um evento em memória dos 250 anos do terremoto de 1755 em Lisboa, em que a maioria das mortes teria sido causada pela onda gigante que se seguiu -o único grande exemplo de tsunami no Atlântico.
Segundo Berrocal, o risco de uma tsunami no Brasil "é muito pequeno, mas não é zero".
O fato é que os tsunamis são muito raros no Atlântico, pois 80% delas ocorrem no Pacífico. Os dados indicam que ondas acima de 7,5 m ocorrem a intervalos médios de 15 anos, segundo informou o sítio news@nature.com.
Segundo o Centro Benfield de Pesquisa de Riscos de Londres, ondas de 10 m ou mais ocorrem só a cada mil anos no Atlântico Norte, no Caribe e no Índico (onde ocorreu a tragédia).
O tempo cai para 250 anos no caso do Alasca e da costa pacífica da América do Sul, e 200 anos, no do Havaí.
O maior tsunami de que se tem notícia também atingiu o Brasil, com ondas de 20 metros de altura arrasando o litoral do Nordeste. Felizmente não havia nenhum ser humano por lá: a tragédia ocorreu há 65 milhões de anos, no final da era dos dinossauros. Sua única memória está guardada em um paredão de calcário no litoral de Pernambuco, que seu descobridor quer ver preservado como monumento geológico nacional.
O megatsunami foi um dos efeitos imediatos da queda do asteróide que eliminou os dinossauros e mais metade da vida no planeta, encerrando a chamada Era Mesozóica e o reinado dos grandes répteis sobre a Terra.
No Brasil ele até que foi suave. Mas, nas imediações do local do impacto, a península de Yucatán, no México, formaram-se ondas de até 1 quilômetro de altura, que destruíram completamente o Haiti e partes do litoral mexicano e norte-americano.
O cataclismo foi tão grave –estima-se que o impacto tenha liberado, instantaneamente, uma energia equivalente a 10 mil vezes a explosão de todo o arsenal nuclear do planeta– que mudou a geologia do continente. Os escombros do maremoto foram preservados nas rochas da região afetada, o que tornou possível aos cientistas estabelecer o local da queda, a cratera de Chicxulub.
Maria Farinha
As primeiras evidências do tsunami no Brasil foram encontradas pelo geólogo Gilberto Athayde Albertão, da Petrobras. Estudando as rochas calcárias da chamada formação Maria Farinha, no litoral de Pernambuco e Paraíba, o cientista descobriu uma série de anomalias ligadas ao impacto que extinguiu os dinossauros e à onda monstruosa provocada por ele.
Trata-se do único local em toda a América do Sul onde foi encontrado um registro geológico da chamada fronteira K-T (Cretáceo-Terciário), o limite entre as eras marcado pelo choque do asteróide. Entender esse limite é fundamental para a compreensão de como evoluiu a vida na Terra, pois ele encerra uma das maiores extinções em massa da história.
As evidências da fronteira K-T têm sido encontradas em lugares tão diferentes quanto a Itália, a Dinamarca e a Nova Zelândia. Elas consistem principalmente em microesférulas (grãos de vidro microscópicos produzidos pelo calor do impacto e lançados na atmosfera), no chamado quartzo de impacto (cristais também transformados pelo choque) e em níveis anormais de irídio, um elemento químico raro trazido à Terra por meteoritos.
Tais pistas nunca haviam sido localizadas na África ou na América do Sul, o que levou alguns céticos a duvidar da hipótese da queda de asteróide como causadora da extinção dos dinossauros.
No meio dos anos 90, Albertão, então aluno de mestrado na Universidade Federal de Ouro Preto, se lançou à busca. “Achei que fosse estar procurando uma agulha no palheiro”, recorda-se. “Tinha todas as bacias sedimentares do país para procurar.”
Maremoto
O pesquisador foi levado a Pernambuco após o levantamento de todas as rochas suspeitas de abrigar a fronteira K-T na base de dados da Petrobras. Foi parar na pedreira Poty, uma mina de calcário a 2 quilômetros do mar no município de Paulista, perto de Recife.
O local já havia sido estudado por paleontólogos (especialistas em fósseis) da Universidade Federal de Pernambuco. E havia coisas estranhas ali: fósseis de foraminíferos, animais marinhos microscópicos cujas carapaças compõem a rocha calcária, eram substituídos por outras espécies de repente ao longo do paredão rochoso.
Uma análise química realizada nos EUA confirmou que, em um certo ponto da rocha, havia 69 vezes mais irídio do que no restante dela. E as microesférulas de vidro estavam lá.
Mas não foi só: Albertão também encontrou no nível das anomalias fragmentos de rocha e fósseis de vários tamanhos diferentes misturados à rocha, numa maçaroca que dava a impressão de que algum evento catastrófico havia revolvido completamente o fundo do mar –um maremoto.
Em um artigo científico publicado em 1996 no periódico “Sedimentary Geology”, Albertão calculou a altura e a velocidade das ondas capazes de produzir uma perturbação tão grande: 20 metros e 112 km/h. Agora, ele prepara uma descrição mais detalhada do tsunami, a ser publicada até 2007 num livro pela editora holandesa Elsevier.
O cientista tenta desde 2003 transformar o paredão da pedreira Poty num sítio do patrimônio geológico nacional. O comitê do patrimônio já aceitou a proposta. “Mas é preciso anuência da empresa e a sensibilização das autoridades locais para fazer um projeto de preservação ali”, conta.
Os resultados seriam bem parecidos com o que você viu na televisão, nas revistas e na internet desde o dia 26 de dezembro. Milhares de pessoas desabrigadas. Corpos sendo resgatados em alto-mar. Crianças órfãs, plantações destruídas e outra infinidade de mazelas que as catástrofes naturais têm uma habilidade única de provocar.
Mas um tsunami como o da Ásia é quase impossível de acontecer por aqui. Lá, a seqüência de ondas gigantes foi resultado de um terremoto provocado pelo movimento das placas tectônicas Australiana e Eurasiana. As placas tectônicas, encaixadas como num gigantesco quebra-cabeça, formam um manto sobre o magma, a camada do centro da Terra composta por rochas em estado fluido.
Quando uma dessas placas raspa ou se encosta em outra, nós sentimos tremores nos continentes. Se isso ocorre no fundo do mar, a energia liberada forma uma onda, que vai se propagando até atingir terra firme. Foi exatamente o que ocorreu no sul da Ásia. “Já o Brasil, para nossa sorte, está localizado bem no centro de uma placa e, mesmo quando ela se move, provoca apenas abalos de pouca intensidade”, diz o professor de engenharia oceânica da UFRJ Paulo Cesar Rosman.
Acontece que terremotos no fundo do mar não são a única razão para o surgimento de um tsunami. Quedas de meteoros e erupções vulcânicas também podem gerar ondas gigantes.
Nesses casos, a força do tsunami depende do tamanho do material que é arremessado ao mar. Se você acha que escapamos mais uma vez, engana-se. O pesquisador Steven Ward, da Universidade da Califórnia, é autor de um estudo sobre o impacto que uma erupção do vulcão Cumbre Vieja poderia causar nas Américas. O vulcão está localizado na ilha La Palma, no arquipélago das Ilhas Canárias, perto da costa africana.
De acordo com Ward, uma próxima erupção pode fazer parte da ilha deslizar e cair no mar. Essa queda produziria uma energia tão grande que, em poucas horas, ondas gigantescas se formariam e destruiriam várias ilhas do Caribe, alguns estados americanos e o Norte e Nordeste brasileiros. “Ninguém sabe ao certo quando o Cumbre Vieja pode entrar em erupção”, diz o pesquisador americano. “Ele entrou em colapso há 550 mil anos.
Desde então, reconstruiu-se e pode estar voltando novamente ao fim de seu ciclo.” Como o Brasil não tem sistema de alarme de tsunami, moradores e turistas seriam pegos de surpresa, repetindo as cenas trágicas que aconteceram no último ano na Ásia.
Nem tão fantástico
O geofísico Steven Ward acredita que um tsunami pode,sim, chegar ao Brasil
1. Pontapé inicial
Uma erupção do vulcão Cumbre Vieja, na ilha La Palma, jogaria no mar um pedaço de terra com 500 km3. A queda provocaria a formação de ondas gigantes
2. Comprida para danar
O intervalo entre uma onda e outra seria de apenas 10 minutos. Logo que começassem a se formar, cada uma delas teria 120 quilômetros de comprimento
3. Primeiro alvo
Em apenas 1 hora, as ondas chegariam a uma velocidade de 720 km/h e atingiriam a costa do Marrocos com elevações de 100 metros
4. Reta final
Enquanto viajam pelo mar, as ondas perdem velocidade e ficam menores em comprimento. Já a altura cresce à medida que elas se aproximam da costa
Nossos cartões-postais seriam bem diferentes
A. Belém - Embaixo d’água
As ondas seriam fatais para cidades baixas, como a capital do Pará. “A parte mais alta de Belém tem só 30 metros de altura. O famoso Mercado Ver-O-Peso, por exemplo, ficaria encoberto por água”, diz José Geraldo Alves, do centro de geociências da Universidade Federal do Pará
B. Jericoacoara - Adeus às dunas
As ondas arrastariam estruturas sem raízes fixas, como bancos de areia. Uma energia tão grande quanto a de um tsunami faria em minutos o trabalho de anos do vento e é bem possível que as dunas fossem varridas do mapa
C. Fernando de Noronha - Matança animal
A vida marinha no arquipélago, atingido em cheio, seria muito afetada. O impacto da água poderia destruir os corais e, com isso, modificar todo o ecossistema. Dezenas de espécies de animais poderiam morrer. Entre eles, muitos golfinhos, símbolos do local
D. Porto de Cabedelo, Hotel Tambaú e Estação Ciência
Os primeiros lugares que registraria o impacto devastador da onda gigante, seria as construções do Porto de Cabedelo, Moinho Dias Branco, Hotel Tambaú e Estação Ciência, Cultura e Artes.
E. Jacumã, o Mussulo Beach Resort by Mantra não corre o risco de ser atingido pois fica acima do limite de risco.
Sem Disney World
O Brasil não será a única vítima das ondas gigantes nas Américas. O tsunami também pode levar à destruição das ilhas caribenhas e de alguns estados americanos, como a Geórgia e a Flórida, que serão atingidos nove horas após o início do tsunami
Destruição nacional
As ondas que atingiriam o Norte e o Nordeste teriam 20 metros de altura e 6 quilômetros de comprimento. “Elas levarão tudo o que estiver perto da costa. Em locais onde a topografia é baixa, podem alcançar até 10 quilômetros território adentro”, diz Steven Ward.
Segundo a meteorologista Marle Bandeira, a previsão de chuvas com intensidade de moderada a forte é uma realidade, mas a população não deve ficar temerosa
A Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa) confirmou, ao Portal, nesta sexta-feira (7), a possibilidade de fortes chuvas para as próximas horas na faixa litorânea da Paraíba, mas alertou para o 'alarde' indevido provocado por compartilhamentos em redes sociais. Mensagens que circulam desde essa quinta-feira (6) falam na "formação de tempestades" e “maior chuva dos últimos 50 anos”.
“A tempestade está se retroalimentando. Vai chover forte por pelo menos mais dois dias, com chuvas acima de 200 milímetros. Se confirmado, será um ciclo fora do modelo e diria que existe risco de registros localizados de maior volume em período de 50 anos”, diz o texto que tem sido espalhado na internet.
Segundo a meteorologista Marle Bandeira, a previsão de chuvas com intensidade de moderada a forte é uma realidade, mas a população não deve ficar temerosa. Ela explica que chuvas fortes são normais nesta época do ano. Ainda de acordo com a profissional, as imagens compartilhadas são de um sistema meteorológico que já se desfez.
"Existe a possibilidade de chuvas, mas não é necessário esse alarde todo. Há uma aglomeração de nuvens que vêm do oceano com direção à costa leste, só que não é possível prever a quantidade exata em milímetros. A Aesa está com monitoramento 24 horas dos sistemas meteorológicos e em contato constante com a Defesa Civil, para emissão de possíveis alertas”, explicou.
Alerta
Na manhã dessa quinta, o Centro Virtual para Avisos de Eventos Meteorológicos Severos para o Sul da América do Sul (Alert-AS) já havia colocado João Pessoa e mais 67 cidades em área com perigo de acumulado de chuvas.
À noite, foi a vez da concessionária de energia elétrica Energisa comentar os riscos. A empresa divulgou que verificou chance de chuvas acompanhadas de raios para esta sexta-feira e sábado (8). De acordo com o comunicado, cuidados com equipamentos elétricos devem ser reforçados. A Energisa orienta que aparelhos sejam desligados.
Nesta sexta, a Defesa Civil de João Pessoa reforçou que continua em alerta para possíveis transtornos. O órgão disse que levará em conta os avisos emitidos pelo Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), cujo site estava fora do ar até a publicação desta matéria.
Os alertas emitidos pelo Cemaden possuem quatro níveis de risco: leve, moderado, alto e muito alto.
“Quando uma região com risco elevado de incidentes como deslizamentos e enxurradas é visitada por frentes frias ou por concentrações de nuvens que podem gerar pancadas de chuvas, o aviso é emitido imediatamente. A Defesa Civil está de prontidão para tomar as providências cabíveis caso recebamos qualquer aviso da Cemaden”, informou o coordenador Noé Estrela.
Da Redação com Informações com Folha e Revista Superinteressante, Aesa e Correio
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23:03
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Lira elogia Ricardo e garante: “Em 2018 vou estar no palanque dele”
Durante entrevista na TV Master, o senador Raimundo Lira (PMDB) garantiu que já tem uma postura definida para 2018.
Segundo Lira, Ricardo Coutinho é o gestor que “fala pouco e faz muito e cumpre o que promete”. Ele ainda disse que o governador da Paraíba tem uma política “diferente, eficiente, moderna e está colocando a PB num novo patamar”.
Os elogios corroboraram a declaração do senador que garantiu que em 2018 estaria no palanque de Ricardo Coutinho. “Desde o primeiro dia do senado disse que ia auxiliar o governador Ricardo Coutinho. Sempre tive uma identificação muito forte com ele”, revela.
Da Redação com PB Agora
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21:27
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Gervásio analisa futuro político e declara: "Tudo é uma escada e o futuro a Deus pertence" Gervásio analisa futuro político e declara: "Tudo é uma escada e o futuro a Deus pertence"
Há 16 anos como parlamentar Gervasinho acredita que tudo é uma escada para você chegar onde deseja e destacou que o futuro pertence a Deus, mas que no momento não sonha em ser governador em 2018, quem sabe no futuro e para isso muito trabalho tem que ser feito.
"Eu não me considero um nome parea 2018 ao Governo. Eu não vou levantar falsas esperanças. Eu vou me dedicar para com todo o esforço dar o máximo de mim e deixar a Assembleia melhor para o povo. O meu foco é esse. O amanhã a Deus pertence. Vamos fortalecer o projeto porque tudo é uma escada e não enxergo isso para agora, talvez uma vaga na Câmara Federal. Tudo ao seu tempo", salientou o parlamentar.
O socialista também destacou que o trabalho tem sido forte e repleto de responsabilidades, mas o compromisso de dar o melhor de si, fazendo o dever de casa é a sua meta. Ele disse que seu maior sonho é a continuidade do projeto iniciado por Ricardo Coutinho e agradeceu a todos os partidos envolvidos neste projeto, porque segundo ele, o resultado positivo é fruto do time sintonizado no que é melhor para a Paraíba.
"Temos que nos dedicar inteiramente ao nosso trabalho e cumprir nossas responsabilidades, abraçar o que faz. O fardo é tão pesado, mas temos que fazer o dever de casa, como está fazendo o governador Ricardo Coutinho (PSB). Eu não me enxergo candidato ao Governo em 2018, mas o meu maior desejo e sonho é que a Paraíba continue nesse ritmo que a nossa geração não tinha visto ainda. Todos os partidos do nosso grupo político são importantes de forma fundamental para que o Governo possa deixar o Estado no patamar que ele se encontra e isso é fruto de um time sintonizado ao mesmo objetivo. Em respeito aos paraibanos e aos sonhos que alimento a gente só pode discutir 2018, em 2018", finalizou Gervasinho.
Da Redação com PB Agora
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Preso em JP suspeito de tentar empréstimo de R$ 100 mil usando documentos falsos
De acordo com a DDF, o suspeito tentou fazer um empréstimo em uma agência da Capital, mas os funcionários do banco suspeitaram dos documentos apresentados e acionaram a policia
De acordo com a Delegacia de Defraudações e Falsificações da Polícia Civil em João Pessoa (DDF), o suspeito tentou fazer um empréstimo em uma agência da Capital, mas os funcionários do banco suspeitaram dos documentos apresentados e acionaram a policia.
Segundo a DDF, o suspeito foi autuado por estelionato e uso de documentos falsos, podendo ser condenado a mais de dez anos de prisão. Ainda segundo a DDF, o suspeito vai permanecer preso aguardando audiência de custódia.
Da Redação com Correio
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20:54
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Ruy endossa saída do PSDB do Governo Temer: “É uma situação sem jeito"
“A relação política vai se deteriorando", disse sobre a aliança
“A relação política vai se deteriorando. O PSDB já devia ter deixado o Governo há muito tempo, desde as primeiras denúncias, quando saíram as primeiras, já se sabia qual seria o fim da história”, comentou.
Ele ainda revelou crer que a governabilidade de Temer não será mais recuperada, mesmo com qualquer manobra governista.
“Esse governo é uma situação sem jeito. Quem se prejudica é a população, vamos ver esse último capítulo dessa novela”, concluiu, em entrevista à Rádio Arapuan Fm.
Da Redação com WSCOM
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Viúvo de empresária morta em Santa Catarina é preso após se entregar à polícia
O delegado responsável pelas investigações, Rodrigo Moura, está ouvindo testemunhas no início da tarde desta sexta-feira. Familiares da vítima preferiram não conversar com a imprensa sobre o caso.
Os agentes haviam encontrado uma carta escrita por ele antes do assassinato da empresária, mas o conteúdo do texto não foi revelado pela polícia. A empresária deixou um filho de 17 anos.
"Amiga, quero agradecer por cada momento que esteve ao meu lado nestes 18 anos de amizade. Que onde você esteja, a luz divina te encaminhe e saiba que sua lembrança será eterna em nossas vidas. Amiga para sempre", dizia uma das homenagens.
Da Redação com Extra
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20:46
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sábado
PF apreende 102 kg de maconha em cadeiras de balanços infantis na PB
Tábua de cadeirinhas tinha droga enxertada.
Preso vinha de Curitiba, Paraná, em ônibus interestadual.
PF encontrou 102kg de maconha em cadeiras de balanço infantis (Foto: Antônio Glautter/Polícia Federal)
Mais de 102 kg de maconha foram encontrados pela Polícia Federal no Sertão da Paraíba,
nesta sexta-feira (7), escondidos em cadeiras de balanços infantis. De
acordo com o delegado Antônio Glautter, durante toda a semana a Polícia
Federal realizou abordagens na região da cidade de Patos e acabou flagrando a droga sendo transportada por um paraibano dentro de um ônibus interestadual do Paraná. Segundo a assessoria de comunicação da PF, esta foi a maior apreensão de droga no ano no estado.O delegado Antônio Glautter explicou que os policiais desconfiaram do passageiro durante a operação e fizeram buscas na bagagem que ele transportava. "Conforme nosso trabalho de investigação, desde segunda-feira (3) fizemos barreiras em vários pontos próximos a Patos, abordando ônibus de linha que vinham de fora do estado. Na hora da entrevista, conversamos com as pessoas e ele chamou a atenção dos policiais", explicou.
A droga foi encontrada escondida em balanços de crianças. São cadeiras com tampo de madeira, revestida com pano rústico artesanal, que podem ser penduradas no tronco de árvores, por exemplo. "A maconha estava enxertada na tábua. Sabemos que ele embarcou em Curitiba, mas ainda estamos investigando onde ele pegou a droga e a que distribuidor ela seria repassada em São Bento", destacou o delegado.
O preso foi levado para a delegacia da Polícia Federal de Patos e autuado em flagrante por tráfico e associação para o tráfico, pela Lei 11.343/2006.
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Alagamento e queda de árvore fazem trânsito parar em via de João Pessoa
Principal dos Bancários teve fluxo desviado para ruas paralelas.
Uma árvore caiu em frente a um supermercado que fica no começo da via.
Em
alguns trechos da principal dos Bancários, em João Pessoa, a avenida
ficou alagada nas duas vias de trânsito (Foto: Walter Paparazzo/G1-PB)
O trânsito de veículos na avenida Sérgio Guerra, no bairro dos Bancários, em João Pessoa,
voltou a ser interrompido na tarde desta sexta-feira (7). Desta vez, o
motivo da interdição foram as fortes chuvas que caíram na região da zona
sul no início da tarde. Além disso, uma árvore caiu no trecho inicial
da avenida, em frente a um hipermercado, interrompendo a passagem de
veículos na faixa que segue na direção bairro - Centro até as 16h
(horário local), quando foi retirada. Apenas veículos altos, como os
ônibus de transporte coletivo, estão conseguindo passar pelo local.A Superintendência de Mobilidade Urbana (Semob) está no local orientando os motoristas e encaminhando o fluxo para as ruas paralelas à avenida, o que também gera problemas de congestionamento em outros pontos do bairro.
Trânsito ficou congestionado, especialmente para
quem segue na direção bairro - Centro
(Foto: Walter Paparazzo/G1-PB)
Segundo dia de congestionamentoquem segue na direção bairro - Centro
(Foto: Walter Paparazzo/G1-PB)
Na manhã da quinta-feira (6) também foram registrados vários pontos de congestionamento na zona sul de João Pessoa por conta de um acidente que interrompeu a passagem no início da avenida Sérgio Guerra. O acidente aconteceu na madrugada da quinta-feira, quando um veículo bateu e derrubou um poste, deixando também a região sem energia elétrica.
Mário Luiz (Carioca) com G1
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sexta-feira
Coca-Cola trabalha em cápsula para cliente fazer a própria bebida em casa
A Coca-Cola comprou
por US$ 1,25 bilhão uma fatia de 10% da GMCR (Green Mountain Coffee
Roasters), empresa especializada em máquinas de café, em um negócio que
deve permitir o preparo do refrigerante em casa nos próximos anos.
Segundo nota divulgada pelas companhias, a operação deve ser concluída em março de 2014 e está sujeita a aprovações regulatórias.
A GMCR é conhecida por suas máquinas de bebidas quentes, que incluem chá, cappuccino e chocolate quente, mas está desenvolvendo um equipamento para bebidas geladas, que deve ficar pronto em 2015, de acordo com o comunicado.
A máquina usa 'cápsulas' com os ingredientes triturados, que se transformam em líquido ao serem misturados com água.
No caso da Coca-Cola, as companhias anunciaram que estão firmando uma parceria de 10 anos para desenvolver e a aprimorar o sistema.
OPORTUNIDADES
Como parte do acordo, a GMCR vai ser a parceira exclusiva da multinacional para a produção e venda da 'cápsula' com a fórmula.
"Acreditamos que há uma oportunidade para acelerar o crescimento da categoria de bebidas frias ao empoderar os consumidores com um jeito inovador de preparar suas bebidas favoritas apenas apertando um botão", disse o presidente e CEO da GMCR, Brian P. Kelley, em nota.
"Juntos, poderemos capitalizar muitas oportunidades excitantes de crescimento nesse serviço. Essa parceria propicia ao consumidor um jeito conveniente de aproveitar as marcas que ele ama por meio da preparação em casa", disse Muhtar Kent, presidente do Conselho da Coca-Cola.
Além de refrigerantes, a máquina de bebidas frias deve preparar também chás e sucos.
Mário Luiz (Carioca) com a Folha
Segundo nota divulgada pelas companhias, a operação deve ser concluída em março de 2014 e está sujeita a aprovações regulatórias.
A GMCR é conhecida por suas máquinas de bebidas quentes, que incluem chá, cappuccino e chocolate quente, mas está desenvolvendo um equipamento para bebidas geladas, que deve ficar pronto em 2015, de acordo com o comunicado.
A máquina usa 'cápsulas' com os ingredientes triturados, que se transformam em líquido ao serem misturados com água.
No caso da Coca-Cola, as companhias anunciaram que estão firmando uma parceria de 10 anos para desenvolver e a aprimorar o sistema.
OPORTUNIDADES
Como parte do acordo, a GMCR vai ser a parceira exclusiva da multinacional para a produção e venda da 'cápsula' com a fórmula.
"Acreditamos que há uma oportunidade para acelerar o crescimento da categoria de bebidas frias ao empoderar os consumidores com um jeito inovador de preparar suas bebidas favoritas apenas apertando um botão", disse o presidente e CEO da GMCR, Brian P. Kelley, em nota.
"Juntos, poderemos capitalizar muitas oportunidades excitantes de crescimento nesse serviço. Essa parceria propicia ao consumidor um jeito conveniente de aproveitar as marcas que ele ama por meio da preparação em casa", disse Muhtar Kent, presidente do Conselho da Coca-Cola.
Além de refrigerantes, a máquina de bebidas frias deve preparar também chás e sucos.
Mário Luiz (Carioca) com a Folha
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terça-feira
Militares mortos na Antártica recebem medalhas e promoção no Rio
Familiares participaram de homenagem na Base Aérea do Galeão.
Para autoridades, militares são exemplo de heroísmo e profissionalismo.
Militares foram homenageados em cerimônia na
Base Aérea do Galeão, no Rio
Os dois militares mortos em um incêndio na Estação Comandante Ferraz,
na Antártica, foram homenageados na manhã terça-feira (28) no Rio de
Janeiro. O suboficial Carlos Alberto Vieira Figueiredo e o
primeiro-sargento Roberto Lopes dos Santos foram promovidos ao posto de
segundo-tenente, admitidos na Ordem do Mérito da Defesa, no grau
Cavaleiro, honraria concedida pela presidente Dilma Rousseff, e
agraciados com a Medalha Naval de Serviços Distintos, da Marinha.Base Aérea do Galeão, no Rio
Os dois morreram na madrugada de sábado (25) enquanto combatiam um incêndio que começou na área dos geradores de energia da estação. Uma pessoa ficou ferida. A base que abrigava 45 pesquisadores de diversas áreas ficou destruída e o governo anunciou que ela deve ser reconstruída em dois anos.
Ao final da cerimônia, os corpos dos dois militares foram levados para o Instituto Médico Legal (IML). Segundo a assessoria de imprensa da Marinha, o corpo do segundo-tenente Santos pode ser velado ainda nesta terça no Cemitério do Caju, na Zona Portuária da cidade. Já o corpo do segundo-tenente Figueiredo será encaminhado para Vitória da Conquista, na Bahia, sua cidade natal.
Heroísmo
Durante a cerimônia, o vice-presidente da República, Michel Temer, lamentou as mortes. “Esses homens que se foram agora não têm medo, se temessem, não teriam tido o gesto de heroísmo que tiveram na Antártida. Que o exemplo deles sirva para seus filhos, para a Marinha e para todos os brasileiros. Em nome do povo brasileiro, que está acompanhando tudo isso, quero prestar solidariedade à família e à Marinha do Brasil”, disse o vice-presidente.
De acordo com o ministro da Defesa, Celso Amorim, os militares são exemplo de heroísmo e profissionalismo e serão lembrados sempre pela Marinha e pelas Forças Armadas do Brasil. “Reconstruiremos a estação da Antártica também em homenagem a esses homens que tombaram no cumprimento do dever”, ressaltou o ministro.
Também participaram da cerimônia os comandantes das três Forças Armadas: almirante-de-esquadra Julio Soares Moura Neto, da Marinha; tenente-brigadeiro-do ar Juniti Saito, da Aeronáutica, e general Enzo Martins Peri, do Exército.
"Por mais que tentemos externar nossos sentimentos, nunca será o suficiente. Nossos dois heróis realizaram esse último sacrifício e ofereceram suas vidas no cumprimento do dever", afirmou o almirante Julio Neto.
Peritos investigam incêndio
Os peritos que vão investigar as causas do incêndio que destruiu a base de pesquisas científicas da Marinha brasileira já estão na Antártica. O avião da FAB (Força Aérea Brasileira) que foi para a base chilena Eduardo Frei resgatar o corpos dos dois militares que morreram na estação levou o embaixador brasileiro no Chile, integrantes da diplomacia e militares. Eles dividem espaço com suprimentos, caixas, roupas, equipamentos de comunicação e comida para os 12 militares que estavam na estação na hora do incêndio e que foram levados para a base chilena.
O capitão Fernando Coimbra, chefe da estação brasileira na Antártica, diz que não houve explosão antes do incêndio. Ele contou que o suboficial Carlos Figueiredo e o primeiro sargento Roberto dos Santos, que morreram no incêndio, tentavam fechar a válvula do reservatório de etanol para evitar que o fogo se espalhasse pela mangueira e chegasse ao tanque, que ficava atrás do gerador.
Segundo o capitão, a equipe tentou usar água do mar para controlar o incêndio, mas a água congelou na mangueira. Os corpos dos dois foram encontrados a dez metros do compartimento dos geradores a óleo, onde o fogo teria começado. “Mais do que perda material, mais do que da nossa casa durante um ano é a perda dos nossos amigos”, afirmou o chefe da estação antártica brasileira, Fernando Coimbra.
Quarenta e cinco militares e pesquisadores, que estavam na base brasileira na Antártica, chegaram ao Brasil na madrugada de segunda-feira (27). A maior parte do grupo desembarcou na Base Aérea do Galeão. Cansados e abalados com o acidente, traziam apenas as roupas do corpo. Contaram que o fogo se espalhou rapidamente e não puderam salvar objetos pessoais.
Entre os que chegaram estava o primeiro sargento Luciano Gomes Medeiros, que sofreu queimaduras nas mãos. Ao sair do avião, ele foi colocado numa cadeira de rodas e levado para o hospital da Marinha, onde permanece em observação.
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